Catarinense cancela jogo entre Avaí e Chapecoense


O governo de Santa Catarina anunciou neste sábado (11) o cancelamento do jogo Avaí x Chapecoense, que ocorreria neste domingo (12), às 16h, na Ressacada, em Florianópolis, pelas quartas de final do Campeonato Catarinense. Em nota a Superintendência de Vigilância em Saúde informou que ambos os clubes e a Federação Catarinense de Futebol (FCF) foram notificados de uma portaria assinada pelo secretário de Saúde do Estado, André Motta Ribeiro, em 6 de julho deste ano. O motivo foi a confirmação de que 14 componentes de uma das equipes contraíram o novo coronavírus (covid-19).

O documento regulamenta as medidas sanitárias e o risco epidemiológico durante a pandemia da covid-19. A decisão tomada foi baseada no Artigo 6°, no qual um trecho determina que “atletas e trabalhadores com resultado positivo ou sintomático devem manter isolamento domiciliar por, pelo menos, 14 dias do início dos sintomas, podendo retornar às atividades após esse período desde que estejam assintomáticos por, no mínimo, 72 horas ou após avaliação clínica.”

O Verdão do Oeste soltou comunicado em site oficial ontem, relatando que alguns jogadores e membros da comissão técnica também testaram positivo para a covid-19 na terça-feira (7), mas não especificou quantos e nem os nomes dos infectados.

A testagem ocorreu antes da partida contra o mesmo Avaí, no primeiro jogo das quartas de final do campeonato, ou seja, os jogadores e membros da comissão técnica da equipe avaiana também tiveram contato com os infectados.

Domingo
Apesar do cancelamento de Avaí e Chapecoense, três jogos do Campeonato Catarinense ocorrerão neste domingo (12): Marcílio Dias x Criciúma, no Gigantão das Avenidas, em Itajaí; Figueirense x Juventus, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis; e Brusque x Joinville, no Augusto Bauer, em Brusque. Todas as partidas são válidas pelas quartas de final da competição.

O Campeonato Catarinense foi retomado na quarta-feira (8), após paralisação decorrente da pandemia do novo coronavírus no mês de março. Ao todo, quatro jogos foram realizados após a retomada.
(Texto: Rafael Monteiro/Agência Brasil)

Futebol feminino tem debate para tratar dos desafios pós-covid-19

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, confirmou no início dessa semana o retorno da Série A1 do Brasileiro Feminino para o dia 26 de agosto. Sem jogos desde o dia 15 de março, muitas das 16 equipes que fazem parte da competição tiveram mudanças significativas nos planteis, e várias ainda nem tem previsão do reinício dos treinamentos. Ou seja, a tendência é que a volta dos jogos seja marcada por muitas dificuldades na principal competição do futebol feminino do país. Esse cenário de incertezas será o tema do encontro “O futuro do Futebol Feminino Pós-Pandemia”, promovido pelo Museu do Futebol de São Paulo no próximo sábado (11). A iniciativa vai ser transmitida a partir das 20h pelos perfis das redes sociais do Museu.

Nomes de destaque da modalidade estarão presentes ao bate-papo. Uma delas é a Aline Pellegrino, diretora de futebol feminino da Federação Paulista de Futebol. "Momento importante e relevante para as pessoas entenderem um pouco mais aquilo que vamos enfrentar nos próximos meses. Teremos cenários nos quais algumas equipes enfrentarão dificuldades maiores, e outros cenários com times passando por problemas um pouco menores. Mas, sem dúvida, vai ser uma realidade que exigirá muita atenção de todos”, disse à Agência Brasil a ex-jogadora da seleção brasileira.

Também farão parte do debate Emily Lima (ex-técnica da seleção brasileira e atual comandante da seleção equatoriana), Duda Luizelli (coordenadora técnica de futebol feminino do Internacional), Solange Bastos (ex-jogadora da seleção brasileira e atual auxiliar técnica do Bahia) e Amanda Storck (gerente de futebol feminino do Fluminense). A mediação será da jornalista Elaine Trevisan.

Na sequência, às 21h30, dentro do programa Cinema na Rede, está prevista a exibição de dois curtas-metragens dirigidos por Cristiano Fukuyama, Luiz Nascimento e Edson de Lima.
(Texto: Juliano Justo/Agência Brasil. Foto: Pedro Ernesto Guerra/Santos)

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